
Encontro-me viva, sem viver....
Sinto o sangue correr-me nas veias, os pulmões fazerem o seu trabalho respiratório e mesmo assim não sinto nada, minha alma esta perdida, minha cabeça esta num sitio longínquo e só me apetece deita-la na almofada e entrar no mundo dos sonhos...
Eu não vivo neste mundo, sobrevivo numa vida que não quero que seja a minha, numa realidade dura demais para a voltar a enfrentar...
Preciso do teu olhar para me apaziguar este estado mórbido em que me encontro em que tudo é mecânico...
Ponho e tiro a mascara vezes sem fim, e quando volto a estar só tiro a capa e deixo as sombras apoderarem-se de mim...
Preciso de brilho, o brilho que me devolva a alma, que me devolva a mim mesma e que me deixe ser eu... Mas tu apoderas-te dele deixando-me nas sombras, nesta escuridão que temo, onde me encontro completamente perdida.
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